quinta-feira, 28 de abril de 2011

atirar e puxar

Atiram-se os braços para a frente, agarra-se a pessoa de que se precisa e pronto.

Serve o presente para te amar mais, Maria, para te beijar de letras e do fundo. Reconheço-te a vida inteira, meu amor.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

le meilleur est à venir




Mais je t'embrasse et ça passe
Tu vois bien
On s'débarrasse pas de moi comme ça


(Sempre para ti)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

As Elegias de Duino

Castello di Duino
(Antiga fortaleza romana, com vista para o Adriático, onde Dante terá escrito algumas partes de A Divina Comédia, e Rilke se refugiou no Inverno de 1911/12 e escreveu As Elegias de Duíno, dedicadas à Princesa Marie von Thurn und Taxis-Hohenlohe)


Yes, the springtimes needed you. Many a star was waiting
for your eyes only. A wave swelled toward you
out of the past, or a violin surrendered itself
as you walked by an open window. All that was mission.

Rainer Maria Rilke, The First Elegy


Aqui te beijo, meu amor, com a grandeza dos poetas na bela Itália.

Yes, I can see now



E verei sempre, meu amor, com o Coração.
Amo-te Tudo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

mimos de letras


Finalmente com direito a marcadores (com técnicas do Senhor Google!)

domingo, 3 de abril de 2011

Eu, Ariana

Ariane é um navio.
Tem mastros, velas e bandeira à proa,
E chegou num dia branco, frio,
A este rio Tejo de Lisboa.

Carregado de Sonho, fundeou
Dentro da claridade destas grades...
Cisne de todos, que se foi, voltou
Só para os olhos de quem tem saudades...

Foram duas fragatas ver quem era
Um tal milagre assim: era um navio
Que se balança ali à minha espera
Entre as gaivotas que se dão no rio.

Mas eu é que não pude ainda por meus passos
Sair desta prisão em corpo inteiro,
E levantar âncora, e cair nos braços
De Ariane, o veleiro.