domingo, 29 de janeiro de 2012

el camino



Viajar contigo, meu amor, saberá a isto... *

Todas as estradas deste mundo são nossas, coração.

(mereces tudo!)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Every path has lead me back to you



All the back roads
All the highways
Distance countries that I've passed through
Every path has lead me back to you
Every path has lead me back to you

Down by the river by the light of the moon
I feel the echo of the current in my core
As I roam, as I roam
As I ro-oam, as i roam
As I roam

Every path has lead me back to you
Every path has lead me back to you

But I've around
I want you near
Handsome fellow will you hold me dear
I've seen blue eyes and straight white teeth
Golden minds and sturdy feet

But every path has lead me back to you
Every path has lead me back to you

Down by the river by the light of the moon
I feel the echo of the current in my core
As I roam
As I roam
As I ro-oam, as i roam
A I roam

Every path has lead me back to you
Every path has lead me back to you

Put your hand upon my breast
My little darlin I know of restlessness
My little darlin I know of restlessness

(amo-te *)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Like a rolling stone

Like a Man
então, é assim: um dia, terá óculos aos quadradinhos, e terá barba, ou terá longas tranças e usará vestidos de pasmar. há-de ser o que for, mas terá sempre todo o nosso amor.
um dia, a nossa família terá mais pessoas. seremos muitos, a perder de vista, encheremos as nossas casas, e faremos jantares até de madrugada. tocaremos batuques e dançaremos no jardim. hão-de ser o tomé, a leonor, a maria, a sophia, o pedro, o miguel e a madalena, todos correndo, de calções e vestidos, saltando de árvore em árvore, trepando o mundo inteiro.


(Like 2012
momentos há em que há demasiadas coisas indizíveis e impossíveis de inexplicar. como dizer as coisas que se vão empilhando no monte dos por-dizer, se o que se sente não se pode sentir... a necessidade de dizer torna-se premente, torna-se imperativo, torna-se o ponto basilar onde tudo se confia, e, no fim, inevitavelmente, falha, porque a boca falha sempre ao coração. resta o esperar que o silêncio, tantas vezes também nosso cúmplice, cumpra a sua missão, e que leve em si a mensagem que se sabe. aqui e agora, como oposição ao ruído das palavras, tudo meu é silêncio. cansam-me os tomos; as conversas e as densidades de mãos dadas. quero só o sossego e o vazio leve da paz.
do vosso,
tomé.)