terça-feira, 15 de junho de 2010

Dia número D

Sabes bem que sou uma criatura melodramática, aficcionada pelo virtuosismo dos clássicos e pelas grandiosidades renascentistas. Sou, diz-se, de génese bizarra. Precisamente por conjugar a bravura aparente com a fraqueza e a candura do coração. No fundo, estes 500 dias foram também muito isso. E adoro-os por (e com) toda essa cinematografia.


Quero outros tantos D e muito mais. Para sempre, querido Tomé *

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